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  • Amazon ECR Agora Descobre e Sincroniza Referenciadores com o Pull Through Cache

    O que mudou no Amazon ECR

    A AWS anunciou uma expansão importante na funcionalidade do Amazon Elastic Container Registry (Amazon ECR), especificamente no recurso de Pull Through Cache. A partir de agora, o serviço é capaz de descobrir e sincronizar automaticamente referenciadores OCI (Open Container Initiative) a partir de registros anteriores para seus repositórios privados do Amazon ECR.

    Os referenciadores incluem artefatos críticos como assinaturas de imagens, SBOMs (Software Bill of Materials — Lista de Materiais de Software) e atestações. Esses elementos são fundamentais para fluxos de trabalho de segurança, rastreabilidade e conformidade em ambientes cloud nativos.

    O problema que era enfrentado antes

    Anteriormente, quando você tentava listar referenciadores em um repositório que possuía uma regra de Pull Through Cache configurada, o Amazon ECR não retornava nem sincronizava os referenciadores do repositório anterior. Isso significava que era necessário executar processos manuais para localizar e buscar esses artefatos de forma separada, criando uma desconexão no fluxo de trabalho e aumentando a complexidade operacional.

    Essa limitação impedia que workflows inteligentes de verificação de assinatura de imagem, descoberta de SBOM e recuperação de atestações funcionassem sem contornos adicionais no lado do cliente.

    Como o Amazon ECR resolveu isso

    Com esta atualização, o Pull Through Cache do Amazon ECR agora faz o seguinte automaticamente:

    • Alcança o registro anterior durante requisições de API de referenciadores
    • Descobre os referenciadores disponíveis no repositório de origem
    • Sincroniza e cach os artefatos de referenciador relacionados no seu repositório privado do Amazon ECR

    Este comportamento automático elimina a necessidade de intervenção manual e permite que fluxos de trabalho complexos funcionem de forma transparente e integrada.

    Implicações práticas para seu ambiente

    A mudança torna possível que você implemente workflows end-to-end completos sem necessidade de adaptações ou workarounds no código cliente:

    • Verificação de assinatura de imagem: valide a integridade e a autenticidade das imagens de container automaticamente
    • Descoberta de SBOM: acesse listas completas de dependências e componentes das imagens
    • Recuperação de atestação: obtenha evidências de políticas, scans de segurança e outras comprovações associadas às imagens

    Todos esses processos agora funcionam de forma nativa com repositórios que usam Pull Through Cache, sem que você precise implementar soluções alternativas.

    Disponibilidade

    Este recurso está disponível a partir de hoje em todas as regiões AWS onde o Amazon ECR Pull Through Cache é suportado.

    Para compreender melhor como configurar e utilizar este recurso em seu ambiente, consulte a documentação do Amazon ECR.

    Fonte

    Amazon ECR Pull Through Cache Now Supports Referrer Discovery and Sync (https://aws.amazon.com/about-aws/whats-new/2026/04/amazon-ecr-pull-through-cache-referrers/)

  • Transformar logs de segurança para o formato OCSF usando uma solução ETL orientada por configuração

    O desafio da padronização de logs de segurança

    Os logs de segurança são fundamentais para operações de defesa. Eles registram atividades essenciais como autenticações de usuários, acessos a arquivos, tráfego de rede e uso de aplicações. Essas informações permitem detectar e responder a incidentes de segurança.

    Porém, existe um problema crítico: cada sistema gera seus logs em formatos diferentes. Firewalls, sistemas de detecção de intrusão, antivírus e outras ferramentas utilizam suas próprias estruturas de dados. Essa fragmentação dificulta a análise centralizada, compromete a detecção de ameaças e complica a conformidade com regulamentações.

    O OCSF (Esquema Aberto de Cibersegurança) foi desenvolvido como resposta a este desafio. Trata-se de um framework padronizado que oferece um formato consistente para representar eventos de segurança, independentemente da origem dos dados. Sua adoção traz benefícios imediatos: melhora a interoperabilidade entre ferramentas, simplifica a análise de dados, reduz a complexidade da conformidade e diminui o risco de aprisionamento por fornecedor.

    Como o Amazon Security Lake simplifica a centralização

    A AWS anunciou o Amazon Security Lake, um serviço que automatiza a centralização de dados de segurança em formato OCSF. O Security Lake conecta-se nativamente com diversos serviços AWS como CloudTrail (eventos de gerenciamento e dados), Amazon EKS (logs de auditoria), Amazon Route 53 (queries de resolução), AWS Security Hub, Amazon VPC Flow Logs e AWS WAF.

    O serviço também integra logs de provedores SaaS, ambientes locais e outras plataformas em nuvem, consolidando tudo em um data lake proprietário com segurança aprimorada. Todos os dados são automaticamente normalizados para o formato OCSF, garantindo consistência.

    Essa centralização transforma a operação de segurança. Ao integrar com ferramentas analíticas como Amazon Athena e Amazon QuickSight, o Security Lake permite detecção de ameaças mais eficiente, monitoramento contínuo da postura de segurança e relatórios de conformidade simplificados.

    O acelerador de ETL dos Serviços Profissionais da AWS

    Apesar dos benefícios, clientes que desejam usar fontes customizadas de logs no Security Lake enfrentam um desafio: precisam converter seus logs proprietários para o formato OCSF manualmente.

    Para resolver isso, a equipe de Serviços Profissionais (ProServe) da AWS desenvolveu um acelerador de solução ETL (Extração, Transformação e Carregamento) em código aberto. Esta ferramenta automatiza a conversão de logs de segurança customizados para o padrão OCSF 1.1, facilitando a integração com o Security Lake ou outros data lakes de segurança. A solução oferece abordagem orientada por configuração, eliminando a necessidade de modificar código para diferentes tipos de log.

    Pré-requisitos e configuração inicial

    Para implementar a solução, você precisará ter instalado:

    A arquitetura serverless utiliza diversos serviços: Amazon S3, AWS Lambda, Amazon DynamoDB, AWS Step Functions, AWS Glue ou Amazon EMR Serverless para ETL, além de AWS Secrets Manager, Amazon RDS, Amazon CloudWatch, Amazon SNS e Amazon EventBridge.

    Os custos dependem do volume de dados e frequência de processamento. As principais despesas envolvem armazenamento (S3 e DynamoDB), computação (Lambda, Glue e EMR) e orquestração. A arquitetura é otimizada para custo através de componentes serverless com pagamento conforme uso. Use o Calculador de Preços da AWS para estimar custos específicos ao seu volume de logs e necessidades de retenção.

    Arquitetura e fluxo de dados

    A solução funciona com dois arquivos de entrada: um arquivo de mapeamento e um arquivo de configuração. Esses arquivos guiam a transformação de logs de origem para formato OCSF em Parquet, que é então particionado por localização e conta, armazenado em uma localização S3 fornecida pelo Security Lake.

    O fluxo segue estas etapas principais:

    Etapa de pré-processamento

    O usuário prepara dois arquivos CSV. O primeiro contém o mapeamento de campos customizados para classes OCSF. O segundo arquivo contém metadados de configuração que orientam a transformação. Quando esses arquivos são enviados para um bucket S3 de artefatos, uma notificação de evento S3 dispara uma função Lambda que armazena os metadados em tabelas DynamoDB. Funções Lambda adicionais processam os arquivos de configuração e armazenam as informações necessárias nas tabelas de mapeamento e referência.

    Enriquecimento opcional

    A solução pode ler dados de um banco de enriquecimento armazenado em Amazon RDS ou acessível via conexão JDBC a partir do EMR ou Glue. As credenciais são gerenciadas pelo AWS Secrets Manager.

    Processamento de logs de origem

    Os arquivos de log de origem são entregues a um bucket S3 por um processo externo. Uma agenda do EventBridge ou invocação manual inicia o workflow Step Functions, responsável pela conversão dos logs. O workflow Step Functions executa as tarefas de transformação, convertendo os arquivos de log para formato OCSF-Parquet usando bibliotecas Python customizadas. Os dados convertidos são armazenados em um bucket S3 de destino. Se falhas ocorrem durante o processamento, um tópico SNS notifica os usuários.

    Mapeando seus logs para o formato OCSF

    Antes de começar, verifique se já existem mapeamentos disponíveis no repositório GitHub de mapeamentos OCSF. Se não, você precisará criar um.

    O processo envolve várias etapas: primeiro, familiarize-se com o esquema OCSF, que define a estrutura e formato para organizar dados de log em classes de evento e atributos. Cada classe de evento contém um conjunto de atributos projetados para oferecer semântica abrangente do evento.

    Identifique suas fontes de log (firewalls, sistemas de detecção de intrusão, antivírus) e seus formatos nativos (CSV, JSON, etc.). Analise o conteúdo dos logs e localize as categorias e classes OCSF apropriadas. Mapeie cada campo de dados de origem para o campo correspondente no esquema OCSF. Se um campo não possui equivalente em OCSF, considere mapeá-lo para o objeto “unmapped”.

    O enriquecimento de dados adiciona contexto, como padronização de timestamps, conversão de endereços IP para formato comum ou adição de dados complementares para melhor análise. Cada categoria em OCSF possui uma coluna de enriquecimento opcional que fornece mais informações. Por exemplo, a categoria de Autenticação OCSF contém uma coluna que oferece mais detalhes sobre endereços IP.

    Valide os dados mapeados contra o esquema OCSF para garantir conformidade e precisão. Teste o mapeamento com amostras de dados de diferentes fontes. Use o utilitário de código aberto para validar sua saída OCSF 1.1 gerada.

    Finalmente, considere contribuir seu mapeamento para a comunidade OCSF submetendo um pull request ao repositório. A AWS ProServe auxiliou muitos clientes a mapear seus logs de segurança para OCSF. Se precisar orientação para mapear e transformar seus logs, entre em contato com seu executivo de conta.

    Criando e transformando arquivos de mapeamento

    A solução ETL requer um arquivo CSV de mapeamento que associe atributos de log de segurança customizados aos atributos OCSF padronizados. Para instruções detalhadas sobre como gerar este arquivo, consulte o repositório de código.

    Se você está seguindo um exemplo, pode habilitar o log de acesso do servidor S3 para publicar logs de origem no S3. Um exemplo de registro de log de acesso S3 seria processado pelo código Python fornecido, que normaliza os atributos e envolve cada um em aspas adequadamente.

    Após preparar seu arquivo de mapeamento CSV, faça upload dele para a localização de artefatos S3 em s3://secure-datalake-artifacts-<account_number>-<aws_region>/config/mapping/. A função Lambda asl-etl-framework_update-mapping-ddb processa este arquivo e o converte para o formato DynamoDB necessário, armazenando o resultado na tabela de mapeamento de atributos OCSF.

    Configurando metadados para transformação

    Para criar um arquivo de metadados de configuração, prepare um arquivo CSV seguindo as orientações na documentação do repositório. Faça upload do arquivo CSV de mapeamento completo para a localização de artefatos S3 em s3://secure-datalake-artifacts-<account_number>-<aws_region>/config/metadata/.

    Quando o arquivo de metadados é enviado para o S3, dispara automaticamente a função Lambda asl-etl-framework_insert_metadata_ddb, que armazena a configuração na tabela DynamoDB. A função Lambda subsequente asl-etl-framework_update-mapping-ddb lê o arquivo de mapeamento CSV e insere os mapeamentos na tabela de mapeamento de atributos OCSF correspondente.

    Recursos avançados da solução

    Carga histórica

    A solução oferece capacidade de carga histórica que processa logs de intervalos de datas ou anos especificados baseado nas entradas do arquivo de metadados. Após conversão para formato OCSF em Parquet, esses logs podem ser integrados ao Amazon Security Lake ou usados para criar um data lake customizado.

    A solução inclui funcionalidade de checkpoint para lidar com potenciais falhas durante processamento histórico de dados. Este recurso fornece resiliência ao rastrear o progresso de conversão. Se um processo falha durante processamento histórico de múltiplos anos, a solução retoma a partir do ponto de falha, preservando os dados já convertidos com sucesso.

    Enriquecimento de dados

    Empresas frequentemente possuem dados contextuais valiosos que podem enriquecer seus logs de segurança. Ao correlacionar dados existentes com logs de segurança e anexar informações relevantes, você cria conjuntos de dados mais abrangentes para análise avançada e insights de segurança mais profundos.

    Por exemplo, se você deseja obter informações adicionais como geolocalização de cada endereço IP nos logs, pode fornecer informações do banco de dados de origem no arquivo CSV de metadados. A solução conecta ao banco de dados através de conexão JDBC, extrai as informações solicitadas e adiciona as informações extraídas como novas colunas aos logs OCSF convertidos.

    Escolhendo o mecanismo de transformação

    Você pode selecionar seu mecanismo de transformação preferido: AWS Glue ou Amazon EMR Serverless. Forneça o nome do mecanismo durante a implantação. Para cargas históricas grandes, recomenda-se EMR Serverless; AWS Glue é adequado para cargas históricas menores que 100 GB.

    O processo segue estas etapas: o usuário insere as informações de metadados e mapeamento nos arquivos CSV respectivos e faz upload para S3. Uma função Lambda converte os arquivos para esquema DynamoDB. Uma função preprocessadora é invocada, pegando os metadados da tabela DynamoDB e gerando argumentos de entrada para o trabalho de transformação. O trabalho de transformação (Glue ou EMR, conforme sua escolha) lê as tabelas de metadados e mapeamento, convertendo os dados para formato OCSF. Os arquivos de log OCSF convertidos são armazenados em localização S3 especificada em formato Parquet, que pode ser integrada ao Security Lake.

    Orquestração com Step Functions

    A solução é orquestrada usando AWS Step Functions e oferece duas opções de mecanismo de execução: AWS Glue ou EMR Serverless, dependendo dos serviços permitidos em sua empresa.

    Para invocar o workflow Step Functions, especifique o mecanismo de execução como emr-serverless ou glue nos parâmetros de entrada passados via EventBridge.

    Os parâmetros de entrada para o workflow são:

    {
      "source_log_type": "s3-access-log",
      "load_type": "historical",
      "full_load": "false",
      "ddb_lookup_table": "asl-etl-framework-ddb-table-details",
      "ddb_mapping_table": "asl-etl-framework-ocsf-attribute-mapping",
      "ddb_metadata_table": "asl-etl-framework-source-ocsf-metadata",
      "ddb_reference_table": "asl-etl-framework-ocsf-reference",
      "asl_status_table": "asl-etl-framework-run-status",
      "execution_engine": "glue",
      "asl_job_name": "asl-etl-framework-init-ocsf-conversion"
    }

    Validando os dados convertidos

    Uma prática recomendada é garantir que os arquivos Parquet gerados mapeiem corretamente às definições de esquema especificadas dentro do OCSF (Esquema Aberto de Cibersegurança). Validar o mapeamento mantém a integridade de dados e permite que dados de segurança sejam efetivamente analisados por aplicações e ferramentas downstream, como o Security Lake.

    Use o validador de esquema OCSF para fornecer validação complementar. Esta etapa de validação ajuda a detectar desalinhamentos de esquema ou problemas de qualidade de dados cedo no processo, levando a análise de segurança mais confiável.

    Se a validação do esquema OCSF transformado falhar, primeiro valide se seus mapeamentos estão alinhados com a categoria OCSF respectiva. Ajuste seus mapeamentos, execute a solução novamente e valide os logs OCSF transformados usando o validador até obter um esquema OCSF válido.

    Quando descobrir mapeamentos OCSF incorretos ou inconsistências de formato em logs convertidos, comece realizando validação minuciosa contra especificações de esquema OCSF para identificar discrepâncias específicas. Atualize os mapeamentos com mapeamentos de campo corretos, garantindo que conversões de tipo de dados e requisitos de campo obrigatório sejam atendidos. Teste essas correções usando dados de amostra para verificar conformidade OCSF antes de implementar em produção.

    Próximas etapas

    A solução está disponível como um projeto de código aberto, porém envolver a AWS ProServe oferece vantagens significativas, incluindo experiência comprovada de implementação, orientação de melhores práticas e cronogramas de implantação acelerados. A equipe ProServe traz experiência extensiva em padronização de logs de segurança e pode ajudar a customizar a solução para seus requisitos específicos, garantindo integração ideal com o Security Lake.

    Para começar sua jornada rumo a análise de segurança padronizada usando OCSF, entre em contato com sua equipe de conta AWS para discutir como a AWS ProServe pode ajudar a implementar esta solução em seu ambiente.

    Fonte

    Transform security logs into OCSF format using a configuration-driven ETL solution (https://aws.amazon.com/blogs/security/transform-security-logs-into-ocsf-format-using-a-configuration-driven-etl-solution/)

  • Rastreamento granular de custos no Amazon Bedrock: como atribuir gastos com IA

    Por que rastreamento de custos de inferência importa

    À medida que modelos de linguagem grande e ferramentas de IA generativa se tornam parte essencial da infraestrutura corporativa, os gastos com inferência passaram a ocupar uma fatia significativa dos orçamentos de nuvem. Para organizações que desejam implementar modelos de chargeback entre equipes, otimizar despesas ou fazer planejamento financeiro preciso, é fundamental saber quem está usando os modelos de IA e quanto cada usuário, aplicação ou projeto está gastando.

    A AWS respondeu a essa demanda anunciando um recurso de atribuição granular de custos para o Amazon Bedrock. Agora é possível rastrear automaticamente cada chamada de inferência até o principal da IAM que a originou — seja um usuário individual, uma aplicação com função de acesso, ou uma identidade federada de um provedor externo como Okta ou Entra ID.

    Como funciona a atribuição de custos

    O recurso funciona de forma transparente, sem necessidade de gerenciar recursos adicionais ou alterar workflows existentes. Os custos de inferência são automaticamente atribuídos através da integração com o AWS Billing e aparecem no CUR 2.0 (Relatório de Custo e Uso versão 2.0).

    Ao ativar dados de principal IAM na exportação de dados do CUR 2.0, você verá um novo campo line_item_iam_principal contendo a identidade de quem fez cada chamada, além dos campos de tipo de uso (que indicam qual modelo e se foi processamento de tokens de entrada ou saída) e o custo não faturado. Essa combinação permite responder perguntas como:

    • Quanto cada desenvolvedor gastou em tokens de entrada vs. saída?
    • Qual modelo (Claude, Llama, Nova) gerou mais custos?
    • Quanto a equipe de data science gastou no total?
    • Como se distribui o gasto entre diferentes projetos?

    Tags para agregação e análise de custos

    Além da atribuição automática por identidade IAM, você pode usar tags para agregar custos por dimensões personalizadas como equipe, projeto, centro de custo ou tenant. As tags podem ser aplicadas de duas formas:

    • Tags de principal: Anexadas diretamente a usuários ou funções IAM. Uma vez definidas, aplicam-se automaticamente a todas as requisições daquele principal.
    • Tags de sessão: Passadas dinamicamente quando um usuário ou aplicação assume uma função IAM para obter credenciais temporárias, ou incorporadas em asserções de provedores de identidade. Para saber mais, consulte a documentação sobre passagem de tags de sessão no AWS STS.

    Após ativar essas tags como tags de alocação de custos no AWS Billing, elas aparecem no CUR 2.0 com o prefixo iamPrincipal/ e permitem filtrar e agrupar despesas no AWS Cost Explorer e em relatórios personalizados.

    Quatro cenários de implementação

    A forma de configurar o rastreamento depende da arquitetura e dos padrões de acesso da sua organização. A AWS detalha quatro cenários principais:

    Cenário 1: Rastreamento por usuário com credenciais IAM

    Ideal para equipes pequenas, ambientes de desenvolvimento ou prototipagem rápida onde desenvolvedores individuais usam credenciais de usuário IAM ou chaves de API do Amazon Bedrock. Cada membro da equipe tem um usuário IAM dedicado com credenciais de longo prazo. Quando uma chamada ao Amazon Bedrock é feita, a plataforma captura automaticamente a Amazon Resource Name (ARN) do usuário durante a autenticação.

    Para agregar custos por equipe ou centro de custo, você anexa tags aos usuários IAM:

    aws iam tag-user \
      --user-name user-1 \
      --tags Key=team,Value="BedrockDataScience" Key=cost-center,Value="12345"
    
    aws iam tag-user \
      --user-name user-2 \
      --tags Key=team,Value="BedrockDataScience" Key=cost-center,Value="12345"

    No CUR 2.0, você verá a identidade individual do usuário, o modelo utilizado, os tokens processados e as tags associadas. Isso permite filtrar por usuário específico, comparar modelos, agrupar por equipe ou cruzar dimensões para análises como “quanto a equipe de data science gastou em tokens de entrada do Claude Sonnet este mês?”

    Cenário 2: Rastreamento por aplicação com funções IAM

    Adequado para cargas de trabalho em produção onde aplicações (não humanos) chamam o Amazon Bedrock, e você deseja rastrear custos por projeto ou serviço. Duas aplicações backend — um serviço de processamento de documentos e um serviço de chat — rodam em infraestrutura de computação (Amazon EC2, AWS Lambda, Amazon ECS) e cada uma assume uma função IAM dedicada.

    Quando cada aplicação chama o Amazon Bedrock, a ARN da função assumida é capturada automaticamente e flui para o CUR 2.0. Você pode filtrar por função para ver o gasto total por aplicação ou por tipo de uso para comparar modelo utilizado entre serviços. Tags opcionais permitem agregar por projeto, centro de custo ou outra dimensão:

    aws iam tag-role \
      --role-name Role-1 \
      --tags Key=project,Value="DocFlow" Key=cost-center,Value="12345"
    
    aws iam tag-role \
      --role-name Role-2 \
      --tags Key=project,Value="ChatBackend" Key=cost-center,Value="12345"

    Essa abordagem é ideal para arquiteturas de microsserviços onde cada serviço tem sua própria função IAM — uma prática de segurança recomendada que agora também funciona como mecanismo de atribuição de custos.

    Cenário 3: Rastreamento de usuários com autenticação federada

    Aplicável em ambientes corporativos onde usuários autenticam através de um provedor de identidade corporativo (Auth0, Okta, Azure AD, Amazon Cognito) e acessam AWS via OpenID Connect (OIDC) ou SAML (Segurança em Linguagem de Asserção de Marcação).

    Nesse modelo, usuários autenticam no provedor de identidade e assumem uma função IAM compartilhada. A atribuição por usuário vem de dois mecanismos: o nome da sessão (identidade do usuário incorporada na ARN de função assumida) e tags de sessão (equipe, centro de custo, etc. passadas pelo provedor de identidade). Uma única função IAM serve múltiplos usuários, portanto não há necessidade de gerenciar recursos IAM por usuário.

    Para federação OIDC (Auth0, Cognito, Okta OIDC): registre o provedor como provedor OIDC na IAM, crie uma função com política de confiança permitindo sts:AssumeRoleWithWebIdentity e sts:TagSession, e configure o provedor para injetar a declaração https://aws.amazon.com/tags no token de ID. O AWS STS extrai automaticamente as tags de sessão dessa declaração. A aplicação define --role-session-name com o email ou outro identificador do usuário ao chamar AssumeRoleWithWebIdentity.

    Para federação SAML (Okta, Azure AD, Ping, ADFS): configure mapeamentos de atributo SAML no provedor para passar RoleSessionName (como email do usuário) e atributos PrincipalTag:* (equipe, centro de custo) na asserção. Ambos ficam criptograficamente assinados dentro da asserção, impedindo que usuários tamperem com sua própria atribuição de custos.

    Cenário 4: Rastreamento de usuários através de gateway LLM

    Para organizações que rodam um gateway ou proxy de linguagem grande (LiteLLM, gateway de API customizado, Kong, Envoy ou serviço próprio) entre usuários e o Amazon Bedrock. O problema: gateways autenticam usuários em sua própria camada e depois chamam o Amazon Bedrock usando uma única função IAM anexada ao gateway. Sem trabalho adicional, toda chamada ao Bedrock aparece no CUR 2.0 com uma única identidade, sem visibilidade por usuário ou tenant.

    A solução é implementar gerenciamento de sessão por usuário. O gateway chama AssumeRole em uma função Bedrock-scoped para cada usuário, passando a identidade do usuário como --role-session-name e seus atributos (equipe, tenant, centro de custo) como --tags. As credenciais resultantes por usuário são cacheadas (válidas até 1 hora) e reutilizadas em requisições subsequentes do mesmo usuário.

    Fluxo de identidade em cenários com gateway LLM — Fonte: AWS

    Essa abordagem requer duas funções IAM: uma função de execução do gateway com permissões sts:AssumeRole e sts:TagSession, e uma função de invocação do Bedrock confiada pela função do gateway e restrita a APIs do Bedrock.

    Considerações práticas de implementação:

    • Cache de sessões: AssumeRole adiciona latência mínima. Com TTL de 1 hora, você chama STS uma vez por usuário por hora, não por requisição. O tamanho do cache cresce com usuários concorrentes, não usuários totais (500 concorrentes = ~500 sessões em cache).
    • Limites: O limite padrão de STS é 500 chamadas AssumeRole por segundo por conta. Para gateways de alto throughput, você pode solicitar aumento.
    • Tags imutáveis: Tags de sessão são imutáveis durante a sessão. Mudanças de tag têm efeito na próxima criação de sessão.

    Começando: passo a passo

    Independentemente do cenário, o fluxo de ativação é similar:

    1. Identifique seu padrão de acesso: Desenvolvedores chamam o Bedrock diretamente com usuários IAM ou chaves de API (Cenário 1)? Aplicações usam funções IAM (Cenário 2)? Usuários autenticam através de provedor de identidade (Cenário 3)? Ou tráfego flui através de um gateway LLM (Cenário 4)?

    2. Ative dados de principal IAM no CUR 2.0: Atualize sua configuração de exportação de dados para incluir dados de principal IAM.

    3. Adicione tags (opcional): Anexe tags a usuários IAM, funções ou configure seu provedor de identidade para passar nome de sessão e tags. Depois, ative suas tags de alocação de custos no console AWS Billing ou via API UpdateCostAllocationTagsStatus. As tags aparecem no Cost Explorer e CUR 2.0 em 24–48 horas.

    4. Analise: Filtre por equipe, agrupe por projeto ou combine dimensões para responder perguntas como “Quanto a equipe de engenharia gastou em Claude Sonnet este mês?” dentro de 24–48 horas após ativação.

    Para mais orientação sobre estratégia de tags, consulte Melhores Práticas para Tagging de Recursos AWS.

    Ativando tags no AWS Billing

    Após aplicar tags, ative-as como tags de alocação de custos. Acesse o console AWS Billing, navegue até “Cost allocation tags” e ative suas tags de alocação de custos selecionando as tags desejadas. As tags aparecem em Cost Explorer dentro de 24–48 horas.

    Disponibilidade e custos

    O novo recurso de atribuição de custos para Amazon Bedrock está disponível agora em regiões comerciais sem custo adicional. O rastreamento funciona para chaves de API do Bedrock e em todos os modelos disponíveis através da plataforma.

    Conclusão

    Com os gastos em inferência de IA crescendo rapidamente, entender quem está gastando o quê é essencial para implementar modelos de cobrança interna, otimizar custos e planejar orçamentos com precisão. A atribuição granular de custos do Amazon Bedrock oferece visibilidade completa sem exigir recursos adicionais ou mudanças em workflows existentes, integrando-se perfeitamente ao AWS Billing, AWS Cost Explorer e relatórios de custo e uso. Seja você gerenciando equipes pequenas com usuários IAM individuais ou operando gateways LLM com centenas de usuários, a solução se adapta a cada arquitetura e oferece a granularidade necessária para decisões financeiras informadas.

    Fonte

    Introducing granular cost attribution for Amazon Bedrock (https://aws.amazon.com/blogs/machine-learning/introducing-granular-cost-attribution-for-amazon-bedrock/)

  • CloudWatch agora suporta auditoria e regras de habilitação de telemetria entre regiões

    Gerenciamento centralizado de telemetria em múltiplas regiões

    A AWS expandiu as capacidades do Amazon CloudWatch com um novo recurso voltado para organizações que operam em múltiplas regiões geográficas. Agora é possível auditar as configurações de telemetria e habilitar a coleta de dados de serviços como Amazon EC2 (máquinas virtuais), Amazon VPC (redes virtuais) e AWS CloudTrail (rastreamento de atividades) de forma centralizada, sem precisar configurar cada região isoladamente.

    Essa funcionalidade é especialmente útil para equipes que gerenciam infraestrutura complexa distribuída globalmente. Em vez de replicar configurações manualmente em cada região, agora é possível estabelecer uma estratégia única de coleta de dados que se aplica de forma consistente em toda a organização.

    Regras de habilitação: flexibilidade e consistência

    Como funcionam as regras de habilitação

    O novo recurso permite criar regras que automaticamente aplicam configurações de telemetria a regiões selecionadas ou a todas as regiões disponíveis. Essas regras oferecem dois níveis de escopo: é possível direcioná-las para regiões específicas ou configurá-las para funcionar globalmente em todas as regiões suportadas.

    Um aspecto importante é que as regras configuradas para abranger todas as regiões se expandem automaticamente quando novas regiões são lançadas pela AWS. Isso significa que a configuração permanece consistente mesmo com a evolução da infraestrutura global.

    Caso de uso: VPC Flow Logs em escala

    Considere uma equipe de segurança centralizada em uma organização com múltiplas contas AWS espalhadas por várias regiões. Anteriormente, essa equipe precisaria criar regras de coleta de VPC Flow Logs (registros de tráfego de rede) separadamente em cada região. Agora, é possível criar uma única regra no nível da organização que habilita automaticamente a coleta de VPC Flow Logs em todas as VPCs, em todas as contas, em todas as regiões. Isso garante visibilidade completa sobre o tráfego de rede sem esforço manual repetitivo.

    Disponibilidade e custos

    O recurso de auditoria de telemetria entre regiões e as regras de habilitação estão disponíveis em todas as regiões comerciais AWS. A precificação segue o padrão do CloudWatch: você paga apenas pela ingestão dos dados de telemetria coletados.

    Para explorar a documentação completa sobre como configurar e usar esse recurso, consulte a documentação do Amazon CloudWatch.

    Fonte

    Amazon CloudWatch now supports cross-region telemetry auditing and enablement rules (https://aws.amazon.com/about-aws/whats-new/2026/04/amazon-cloudwatch-cross-region-enablement-rules/)

  • AWS Elastic Disaster Recovery chega à Nuvem Soberana Europeia

    Recuperação de Desastres na Nuvem Soberana Europeia

    A AWS Elastic Disaster Recovery (AWS DRS) foi expandida para a Nuvem Soberana Europeia da AWS, abrindo novas possibilidades para organizações que precisam garantir a conformidade com requisitos de soberania de dados. Esse movimento torna possível que empresas européias com cargas de trabalho críticas implementem estratégias robustas de recuperação de desastres, mantendo seus dados dentro de regiões com exigências específicas de residência.

    O anúncio representa um passo importante na evolução dos serviços de recuperação de desastres oferecidos pela AWS, reconhecendo as demandas crescentes por soluções que equilibrem proteção de dados com conformidade regulatória. Para organizações que lidam com informações sensíveis e precisam atender a legislações européias rigorosas, essa disponibilidade oferece uma alternativa viável na infraestrutura em nuvem.

    Capacidades Principais do Serviço

    O serviço de recuperação de desastres da AWS opera com alguns diferenciais técnicos importantes. Primeiramente, minimiza o tempo de inatividade e perda de dados através de recuperação rápida e confiável de aplicações tanto em infraestrutura local quanto baseada em nuvem. A solução utiliza armazenamento acessível, recursos computacionais mínimos e capacidade de recuperação pontual no tempo.

    Os Objetivos de Ponto de Recuperação (RPOs) são medidos em segundos, enquanto os Objetivos de Tempo de Recuperação (RTOs) ficam tipicamente na faixa de minutos. Isso significa que as organizações podem esperar perdas de dados mínimas e períodos de indisponibilidade reduzidos em cenários de desastre.

    Plataformas e Aplicações Suportadas

    A capacidade de recuperação do AWS DRS abrange um espectro amplo de ambientes de infraestrutura. O serviço é capaz de recuperar aplicações provenientes de infraestrutura física, VMware vSphere, Microsoft Hyper-V e infraestruturas em nuvem. Essa flexibilidade permite que organizações com ambientes heterogêneos implementem uma estratégia unificada de recuperação.

    O serviço utiliza um processo unificado para testes, recuperação e reversão para uma variedade extensa de aplicações. Isso inclui bancos de dados críticos como Oracle, MySQL e SQL Server, bem como aplicações empresariais como o SAP. Essa abrangência torna a solução adequada para ambientes corporativos complexos que dependem de múltiplas plataformas tecnológicas.

    Disponibilidade e Próximos Passos

    O AWS Elastic Disaster Recovery está disponível na Nuvem Soberana Europeia, especificamente na região da Alemanha. Para verificar a disponibilidade mais atualizada em outras regiões e contextos, recomenda-se consultar a lista de serviços regionais da AWS.

    Organizações interessadas em conhecer mais detalhes sobre como implementar o AWS DRS podem acessar a página do produto ou consultar a documentação técnica para orientações de implementação e melhores práticas.

    Fonte

    AWS Elastic Disaster Recovery is now available in the AWS European Sovereign Cloud (https://aws.amazon.com/about-aws/whats-new/2026/04/drs-thf/)

  • AWS Payment Cryptography chega à América do Sul com região em São Paulo

    Expansão do AWS Payment Cryptography para a América do Sul

    A AWS anunciou a expansão global do AWS Payment Cryptography, que agora está disponível na região de São Paulo. Esta expansão é significativa para clientes na América do Sul que trabalham com aplicações de pagamento sensíveis à latência, permitindo que construam, implantem ou migrem seus sistemas para regiões adicionais da AWS sem necessidade de depender de suporte entre regiões.

    O que é o AWS Payment Cryptography

    O AWS Payment Cryptography é um serviço completamente gerenciado que simplifica operações criptográficas específicas de pagamento e o gerenciamento de chaves para aplicações de pagamento hospedadas na nuvem. Uma das principais vantagens do serviço é sua capacidade de escalar elasticamente conforme as necessidades do negócio crescem.

    O serviço foi avaliado e certificado como em conformidade com os requisitos PCI PIN (Personal Identification Number) e PCI P2PE (Point-to-Point Encryption), eliminando completamente a necessidade de manter instâncias dedicadas de HSM (Módulo de Segurança de Hardware) em data centers locais.

    Benefícios para Organizações de Pagamento

    Organizações que executam funções de pagamento — incluindo adquirentes, facilitadores de pagamento, redes de pagamento, switches, processadores e instituições bancárias — agora podem posicionar suas operações criptográficas de pagamento mais próximas de suas aplicações. Isso reduz significativamente as dependências de data centers auxiliares que mantêm HSMs dedicados para pagamento.

    Cobertura Global da AWS Payment Cryptography

    Atualmente, o AWS Payment Cryptography está disponível em um alcance global impressionante: Canadá (Montreal), US Leste (Ohio, Virgínia do Norte), US Oeste (Oregon), Europa (Irlanda, Frankfurt, Londres, Paris), América do Sul (São Paulo), África (Cidade do Cabo) e Ásia Pacífico (Singapura, Tóquio, Osaka, Mumbai, Hyderabad).

    Como Começar

    Para começar a utilizar o serviço, você pode baixar o AWS CLI/SDK mais recente e consultar a documentação do AWS Payment Cryptography para obter mais informações sobre implementação e configuração.

    Fonte

    AWS Payment Cryptography now available in South America (São Paulo) (https://aws.amazon.com/about-aws/whats-new/2026/04/aws-payment-cryptography-south/)

  • AWS Secrets Manager agora protege segredos contra ameaças quânticas com TLS pós-quântico híbrido

    Proteção Contra Ameaças Quânticas no Gerenciamento de Segredos

    A AWS anunciou que o Secrets Manager agora oferece suporte a troca de chaves pós-quântica híbrida utilizando ML-KEM (Mecanismo de Encapsulamento de Chave Baseado em Módulos Lattice). Esse novo recurso fortalece as conexões TLS usadas para recuperar e gerenciar segredos, combinando a segurança criptográfica clássica com proteção contra ameaças futuras relacionadas à computação quântica.

    Ativação Automática e Compatibilidade

    O suporte a troca de chaves pós-quântica está automaticamente habilitado nas versões mais recentes dos principais componentes de integração:

    • Secrets Manager Agent (versão 2.0.0+)
    • AWS Lambda Extension (versão 19+)
    • Secrets Manager CSI Driver (versão 2.0.0+)

    Para clientes que utilizam bibliotecas de cliente baseadas em SDKs, a troca de chaves pós-quântica está disponível nos seguintes ambientes: Rust, Go, Node.js, Kotlin, Python (com OpenSSL 3.5+) e Java v2 (v2.35.11+).

    Proteção Contra Ataques “Harvest Now, Decrypt Later”

    As aplicações agora recuperam segredos por meio de conexões TLS que combinam troca de chaves clássica com criptografia pós-quântica. Isso oferece proteção simultânea contra dois cenários de segurança: ataques criptográficos tradicionais e ameaças futuras conhecidas como “harvest now, decrypt later” (HNDL), em que adversários capturam dados criptografados hoje para descriptografá-los após o desenvolvimento de computadores quânticos.

    Implementação Sem Mudanças de Código

    Um dos diferenciais dessa implementação é a simplicidade de adoção. Para clientes utilizando as versões mais recentes dos componentes de integração, nenhuma alteração de código, atualização de configuração ou esforço de migração são necessários — com exceção de clientes Java v2.

    Um exemplo prático: um microsserviço que requer múltiplos segredos durante inicialização agora pode recuperá-los por conexões TLS resistentes a ataques quânticos simplesmente atualizando para a versão mais recente do Secrets Manager Agent.

    Verificação e Monitoramento

    É possível confirmar que a troca de chaves pós-quântica híbrida está ativa consultando os registros do CloudTrail. Basta verificar a presença do algoritmo de troca de chaves “X25519MLKEM768” no campo tlsDetails das chamadas da API GetSecretValue.

    Disponibilidade Regional

    A troca de chaves pós-quântica híbrida usando ML-KEM para o Secrets Manager está disponível em todas as regiões da AWS onde o serviço é oferecido.

    Próximos Passos

    Para aprofundar o conhecimento técnico, é recomendado consultar a documentação do AWS Secrets Manager e a página de migração para criptografia pós-quântica da AWS, que oferecem guias detalhados sobre a implementação e as melhores práticas.

    Fonte

    AWS Secrets Manager now supports hybrid post-quantum TLS to protect secrets from quantum threats (https://aws.amazon.com/about-aws/whats-new/2026/04/aws-secrets-manager-post-quantum-tls/)

  • Padrões Seguros de Acesso para Agentes de IA a Recursos AWS Usando Model Context Protocol

    Segurança de Agentes de IA Acessando Recursos AWS

    A inteligência artificial generativa trouxe uma nova categoria de aplicações: os agentes de IA e assistentes de codificação. Diferente das aplicações tradicionais com fluxos de código previsíveis, esses agentes raciocinam dinamicamente, escolhendo diferentes ferramentas e acessando diferentes dados conforme o contexto. Essa característica fundamental muda completamente a abordagem de segurança necessária.

    O acesso desses agentes aos recursos da AWS acontece frequentemente através do Model Context Protocol (MCP). A AWS publicou orientações técnicas focadas especificamente em como garantir que esse acesso seja seguro, apresentando três princípios de segurança para construir controles determinísticos em sistemas não-determinísticos de IA.

    Entendendo o Problema de Segurança

    O desafio fundamental é que você deve assumir que um agente pode fazer qualquer coisa dentro de suas permissões concedidas, independentemente da intenção original. Diferente de uma aplicação tradicional onde você revisa o código e entende exatamente quais APIs serão chamadas, um agente pode invocar diferentes ferramentas em diferentes contextos.

    Agentes operam em velocidade de máquina, o que significa que o impacto de permissões mal configuradas escala rapidamente. Um agente pode fazer milhares de chamadas de API em segundos. Se receber permissões excessivas, pode causar danos significativos antes de qualquer detecção humana.

    A AWS Identity and Access Management (IAM) é a camada de autorização para acesso aos recursos AWS. O foco da orientação é em como usar IAM de forma adequada, considerando a natureza não-determinística dos agentes de IA.

    Padrões de Implantação do MCP

    Onde os Agentes Executam

    Os agentes acessam recursos AWS de três locais distintos. O primeiro padrão é em máquinas de desenvolvimento, como assistentes de IA (ex: Kiro e Claude Code) executando localmente. Neste caso, as credenciais vêm do ambiente local do desenvolvedor, e o desenvolvedor controla qual principal IAM o agente usa.

    O segundo padrão é em ambientes de hospedagem gerenciados pela organização, como Amazon Bedrock AgentCore, Amazon EC2 ou Amazon EKS. Aqui, o agente usa um papel IAM de execução configurado pela organização.

    O terceiro padrão é em plataformas de agentes de terceiros, onde a organização não controla a infraestrutura. Este artigo se concentra nos dois primeiros padrões.

    Tipos de Servidores MCP

    Existem dois tipos de servidores MCP. Os servidores gerenciados pela AWS, como o AWS MCP Server, Amazon EKS MCP Server e Amazon ECS MCP Server, rodam na infraestrutura AWS sem necessidade de instalação.

    Os servidores auto-gerenciados são aqueles que você instala e mantém você mesmo, incluindo servidores fornecidos pela AWS no AWS MCP GitHub repository ou servidores customizados que você constrói do zero.

    A diferença de segurança é importante: os servidores gerenciados pela AWS adicionam automaticamente chaves de contexto IAM a cada chamada de serviço AWS downstream. Os servidores auto-gerenciados não fazem isso automaticamente; você precisa configurá-los para adicionar tags de sessão ao assumir papéis IAM.

    Princípio 1: Assuma que Todas as Permissões Concedidas Podem Ser Usadas

    Este é o princípio fundamental. Qualquer permissão que você conceda a um agente pode ser exercida, regardless da sua intenção original. Se você concede s3:DeleteObject, deve assumir que o agente pode deletar qualquer objeto S3 ao qual tem acesso.

    As aplicações tradicionais seguem caminhos de código determinísticos. Você revisa o código-fonte e identifica exatamente quais APIs serão chamadas. Agentes de IA operam diferente. Eles tomam decisões em tempo de execução baseadas em raciocínio e contexto.

    Cenários de Risco

    Alucinação: O agente interpreta mal uma solicitação e realiza a ação errada. Um agente designado para limpar arquivos temporários pode alucinar que dados de produção são temporários e deletá-los.

    Injeção de prompt: Um terceiro malicioso elabora entrada inesperada que influencia o raciocínio do agente. Um agente designado para consultar tabelas Amazon DynamoDB poderia ser direcionado a chamar operações de escrita em recursos fora de seu escopo.

    Erros de lógica: O raciocínio do agente leva a uma conclusão incorreta. Um agente analisando custos de armazenamento S3 pode concluir que dados frequentemente acessados são não utilizados e deletá-los para economizar.

    Envenenamento de ferramentas: Um servidor MCP comprometido ou dependência realiza operações não intencionais usando as credenciais do agente.

    Implementação Prática

    Aplique o princípio de menor privilégio rigorosamente. Se um agente precisa apenas ler objetos S3, conceda apenas s3:GetObject, não s3:*. Use condições de política IAM para limitar permissões a recursos específicos.

    Considere implementar perímetros de dados como camada adicional de defesa. Use alarmes do CloudWatch para monitorar ações inesperadas do agente. Conduza auditorias regulares de permissões para identificar e remover acessos que não são mais necessários.

    Princípio 2: Orientação Organizacional sobre Uso de Papéis

    Este princípio aborda governança organizacional. Quando desenvolvedores usam assistentes de IA e configuram servidores MCP, frequentemente escolhem papéis existentes que foram designados para uso humano com permissões muito mais amplas que os agentes realmente precisam.

    Para Agentes que Você Controla

    Quando você controla o código do agente, pode implementar gerenciamento de credenciais dinâmico. Este é o modelo de execução mais forte. O papel IAM define o teto máximo de permissões, mas você usa políticas de sessão para restringir permissões por operação específica.

    Quando o agente invoca uma ferramenta específica, chama AssumeRole com uma política de sessão que restringe permissões apenas ao que essa ferramenta requer. As permissões efetivas são a interseção das políticas do papel e da política de sessão.

    import boto3
    
    sts = boto3.client('sts')
    
    response = sts.assume_role(
        RoleArn='arn:aws:iam::111122223333:role/AgentDataRole',
        RoleSessionName='agent-data-reader',
        PolicyArns=[
            {'arn': 'arn:aws:iam::aws:policy/ReadOnlyAccess'}
        ],
        DurationSeconds=3600
    )
    
    credentials = response['Credentials']
    s3 = boto3.client(
        's3',
        aws_access_key_id=credentials['AccessKeyId'],
        aws_secret_access_key=credentials['SecretAccessKey'],
        aws_session_token=credentials['SessionToken']
    )

    Para Assistentes de IA Configurados

    Quando você usa assistentes de IA com configuração fixa (como Kiro ou Claude Code), seus controles de segurança devem estar em lugar antes do agente executar. Crie papéis específicos para agentes com permissões mais restritas que papéis equivalentes de humanos.

    Use limites de permissão IAM para estabelecer governança organizacional. Um limite de permissão é uma política gerenciada que sua equipe de segurança anexa a um papel IAM para definir as permissões máximas que esse papel pode conceder. As permissões efetivas são a interseção das políticas de identidade do papel e do limite de permissão.

    Para ambientes multi-conta, use AWS Organizations e políticas de controle de serviço (SCPs) para estabelecer limites máximos de permissões em toda a organização.

    Princípio 3: Diferenciar Ações Orientadas por IA de Ações Iniciadas por Humanos

    Este terceiro princípio adiciona um nível complementar de controle. Enquanto o princípio 2 governa quais permissões um agente tem, este princípio governa o que o agente pode fazer com essas permissões baseado em se a ação é orientada por IA ou iniciada por humano.

    Sem mecanismo de diferenciação, políticas IAM não podem distinguir entre ações de IA e iniciadas por humano. Se um desenvolvedor tem permissão s3:DeleteObject e usa um agente com suas credenciais, o agente também tem essa permissão sem forma de restringir.

    Servidores MCP Gerenciados pela AWS

    Os servidores gerenciados pela AWS oferecem diferenciação por padrão. Eles adicionam automaticamente as chaves de contexto IAM aws:ViaAWSMCPService (booleano true quando a solicitação vem através de um servidor MCP gerenciado) e aws:CalledViaAWSMCP (string contendo o nome do servidor MCP) a cada chamada de serviço AWS downstream.

    Você precisa apenas escrever políticas IAM que verifiquem essas chaves. A seguinte política nega operações de delete quando acessadas através de qualquer servidor MCP gerenciado:

    {
      "Version": "2012-10-17",
      "Statement": [{
        "Sid": "AllowS3ReadOperations",
        "Effect": "Allow",
        "Action": [
          "s3:GetObject",
          "s3:ListBucket"
        ],
        "Resource": "*"
      }, {
        "Sid": "DenyDeleteWhenAccessedViaMCP",
        "Effect": "Deny",
        "Action": [
          "s3:DeleteObject",
          "s3:DeleteBucket"
        ],
        "Resource": "*",
        "Condition": {
          "Bool": {
            "aws:ViaAWSMCPService": "true"
          }
        }
      }]
    }

    Servidores MCP Auto-Gerenciados

    Servidores auto-gerenciados não adicionam chaves de contexto automaticamente. Para implementar diferenciação, você deve configurar o servidor MCP para adicionar tags de sessão ao assumir papéis IAM. Isso requer modificar seu servidor MCP para chamar AssumeRole com tags anexadas:

    import boto3
    
    sts = boto3.client('sts')
    
    response = sts.assume_role(
        RoleArn='arn:aws:iam::111122223333:role/MCPServerRole',
        RoleSessionName='mcp-server-session',
        Tags=[
            {'Key': 'AccessType', 'Value': 'AI'},
            {'Key': 'Source', 'Value': 'AgentRuntime'},
            {'Key': 'MCPServer', 'Value': 'org-data-server'}
        ]
    )
    
    credentials = response['Credentials']

    Você então escreve políticas IAM que verificam essas tags usando a chave de condição aws:PrincipalTag para diferenciar ações de agentes:

    {
      "Version": "2012-10-17",
      "Statement": [{
        "Sid": "AllowS3ReadOperations",
        "Effect": "Allow",
        "Action": [
          "s3:GetObject",
          "s3:ListBucket"
        ],
        "Resource": "*"
      }, {
        "Sid": "DenyDeleteWhenAccessedViaAI",
        "Effect": "Deny",
        "Action": [
          "s3:DeleteObject",
          "s3:DeleteBucket"
        ],
        "Resource": "*",
        "Condition": {
          "StringEquals": {
            "aws:PrincipalTag/AccessType": "AI"
          }
        }
      }]
    }

    Monitoramento através de CloudTrail

    Ambos os mecanismos de diferenciação geram logs no AWS CloudTrail. Para servidores gerenciados, chamadas originadas de MCP aparecem com identificadores de serviço MCP nos campos da solicitação. Para servidores auto-gerenciados, as tags de sessão aparecem no campo requestParameters.principalTags do evento AssumeRole.

    Com esses logs, você pode consultar CloudTrail para encontrar todas as ações orientadas por IA e analisar padrões de comportamento do agente. Configure alarmes para detectar ações de agentes em recursos sensíveis ou padrões incomuns.

    Considerações Importantes

    Quando agentes usam ferramentas de propósito geral como bash ou shell para executar comandos AWS CLI ou scripts Python, a solicitação vai direto para AWS, contornando completamente os servidores MCP. Nestes casos, as chaves de contexto de diferenciação não são aplicadas.

    Os controles de diferenciação garantem o caminho de acesso MCP. Para caminhos de acesso direto, os princípios 1 e 2 são seus controles primários. Se o papel não tem permissão s3:DeleteObject, o agente não pode deletar objetos, independentemente do caminho.

    Você pode usar frameworks de agentes e ambientes de hospedagem para limitar quais ferramentas um agente pode acessar, removendo capacidades de execução de propósito geral para agentes que interagem com AWS exclusivamente através de servidores MCP.

    Síntese Prática

    Comece com o Princípio 1: audite as permissões atuais do agente e padrão para acesso somente leitura quando possível. Em seguida, implemente o Princípio 2 estabelecendo limites de permissão e selecionando papéis específicos para agentes. Finalmente, adicione diferenciação do Princípio 3 baseada no tipo de seu servidor MCP.

    Para servidores gerenciados pela AWS, use as chaves de contexto automáticas em suas políticas IAM. Para servidores auto-gerenciados, configure tags de sessão e refira-se a elas em suas políticas.

    Fonte

    Secure AI agent access patterns to AWS resources using Model Context Protocol (https://aws.amazon.com/blogs/security/secure-ai-agent-access-patterns-to-aws-resources-using-model-context-protocol/)

  • Aurora DSQL apresenta conector que simplifica o desenvolvimento de aplicações PHP

    Um novo conector simplifica aplicações PHP na Aurora DSQL

    A AWS anunciou o lançamento do Conector Aurora DSQL para PHP (PDO_PGSQL), uma solução pensada para facilitar a construção de aplicações PHP que rodem sobre o Aurora DSQL. Este novo conectar representa um avanço significativo na forma como desenvolvedores brasileiros podem integrar suas aplicações ao banco de dados relacional distribuído da Amazon.

    Autenticação simplificada e segura

    Um dos destaques do novo conectar é a forma como ele revoluciona o modelo de autenticação. Ao invés de trabalhar com senhas tradicionais geradas manualmente (uma prática que traz riscos de segurança), o conector gera tokens automaticamente a cada conexão. Isso garante que tokens válidos estejam sempre em uso, eliminando vulnerabilidades associadas ao gerenciamento manual de credenciais.

    A implementação mantém compatibilidade total com os recursos existentes do PDO_PGSQL, permitindo que desenvolvedores façam transição suave sem precisar reescrever seus códigos.

    Capacidades principais do conector

    O conectar Aurora DSQL para PHP gerencia automaticamente aspectos técnicos complexos da conexão, como geração de tokens Identify and Access Management (IAM), configuração de Secure Sockets Layer (SSL) e pooling de conexões. Com essas funcionalidades consolidadas, desenvolvedores podem escalar suas aplicações de forma linear — começando com scripts simples e evoluindo para cargas de trabalho em produção, tudo sem alterar a abordagem de autenticação.

    Além disso, o conector oferece:

    • Controle de concorrência otimista (Optimistic Concurrency Control – OCC) com retry automático e backoff exponencial
    • Suporte a provedores de credenciais Identify and Access Management (IAM) personalizados
    • Integração com perfis de credenciais da AWS

    Essas funcionalidades tornam mais simples desenvolver lógica de retry no cliente e gerenciar credenciais da AWS em diferentes cenários de aplicação.

    Como começar

    Desenvolvedores interessados em utilizar o novo conector podem acessar a documentação completa sobre conectores para Aurora DSQL para detalhes técnicos aprofundados. Para aqueles que preferem aprender através de exemplos práticos, está disponível um repositório no GitHub com exemplos do conector PHP.

    A AWS oferece a possibilidade de começar com Aurora DSQL gratuitamente através da Camada Gratuita da AWS, permitindo que desenvolvedores experimentem a solução sem custos iniciais. Para conhecer mais detalhes sobre o Aurora DSQL em geral, consulte a página oficial do serviço.

    Fonte

    Aurora DSQL launches connector that simplifies building PHP applications (https://aws.amazon.com/about-aws/whats-new/2026/04/aurora-dsql-connector-for-php/)

  • CloudWatch Pipelines: novos recursos de conformidade e governança em logs

    Conformidade e Governança no CloudWatch Pipelines

    A AWS anunciou, em abril de 2026, novas capacidades de conformidade e governança para o CloudWatch Pipelines. O serviço, que oferece gerenciamento automático de ingestão, transformação e roteamento de dados de logs, passou a incluir ferramentas específicas para organizações que precisam manter integridade de dados e controlar quem acessa as operações de processamento de logs.

    O CloudWatch Pipelines é um serviço completamente gerenciado que elimina a necessidade de infraestrutura própria para essas operações. Porém, quando processadores de pipeline modificam eventos de log durante a transformação, surge um desafio importante: organizações com requisitos de auditoria ou conformidade regulatória necessitam preservar os dados originais e rastrear quais informações foram alteradas. As novas capacidades abordam essa necessidade de forma direta.

    Principais Capacidades Implementadas

    Preservação de Dados Originais

    A AWS introduziu uma opção de alternância chamada “manter original” (keep original toggle) que armazena automaticamente uma cópia dos logs brutos antes de qualquer transformação ocorrer. Essa funcionalidade garante que os dados não modificados estejam sempre disponíveis quando necessário para auditorias ou investigações futuras.

    Rastreamento de Transformações

    O CloudWatch Pipelines agora adiciona metadados novos às entradas de log processadas, indicando explicitamente que um log foi transformado. Isso facilita a distinção entre dados originais e dados processados durante procedimentos de auditoria ou investigações internas, deixando claro qual informação sofreu alterações.

    Controle Granular de Acesso

    Novas chaves de condição no Serviço de Gerenciamento de Identidade e Acesso (IAM — Identity and Access Management) permitem que administradores restrinjam quem pode criar pipelines com base no nome e no tipo da fonte de logs. Isso oferece aos operadores controle fino sobre a criação de pipelines em toda a organização, garantindo que apenas usuários autorizados possam configurar essas operações.

    Custos e Disponibilidade

    As novas capacidades de conformidade e governança estão disponíveis sem custos adicionais. As taxas padrão de armazenamento do CloudWatch Logs aplicam-se tanto às cópias originais quanto às transformadas quando a opção de manter logs originais está ativada. Os recursos podem ser usados em todas as regiões da AWS onde o CloudWatch Pipelines está disponível.

    Como Começar

    Para iniciar, os usuários devem acessar a página de Ingestão do CloudWatch no console do Amazon CloudWatch. Para obter mais informações técnicas e detalhes de implementação, consulte a documentação do CloudWatch Pipelines.

    Fonte

    Amazon CloudWatch pipelines introduces new compliance and governance capabilities (https://aws.amazon.com/about-aws/whats-new/2026/04/cloudwatch-pipelines-compliance-governance/)